Quem é sua tribo?
Nenhuma mãe deveria ser abandonada à própria sorte para criar seu filho. Mas já não vivemos em tribos e as estruturas familiares estão cada vez mais enxutas e fragilizadas.
Nenhuma mãe deveria ser abandonada à própria sorte para criar seu filho. Mas já não vivemos em tribos e as estruturas familiares estão cada vez mais enxutas e fragilizadas.
Os 270 dias da gestação, mais 365 do primeiro e 365 do segundo ano de vida totalizam 1000 dias. E é nesse período que ocorrem as principais evoluções, modificações e adaptações que o ser humano necessita vivenciar para se adequar ao mundo, tanto física quanto emocional e cognitivamente.
A conexão entre pais e filhos nunca poderá ser superada ou substituída por dispositivos eletrônicos ou telas de qualquer tipo, e é importante ter isso bem claro, mesmo nos dias em que por diversas razões se perca a batalha para estes elementos.
Quando pensamos nos bebês, devemos entender que eles estão em um estágio crítico de desenvolvimento. Eles nascem com um cérebro de aproximadamente 333 gramas e com 2.500 conexões. Em menos de dois anos, seu cérebro triplica de tamanho e eles têm mais de 15.000 conexões neurais. Em nenhum outro momento de nossas vidas, experimentamos essa mudança. Nesse contexto, onde a infância está sendo tecnificada de maneiras sem precedentes, foi feita a seguinte pergunta: É possível estimular inadequadamente o cérebro em desenvolvimento de maneira prejudicial e não benéfica?
Desde o ano de 2008 a Associação Brasileira de Odontopediatria iniciou a recomendação de usar pasta com flúor na concentração A PARTIR de 1.000 ppm quando aponta o primeiro dentinho de leite. E esta mudança foi necessária porque houve um incremento na prevalência de lesões de cárie nas crianças brasileiras, especialmente nos bebês (até 03 anos de idade).
Recomendações baseadas nas evidências científicas mais atuais para que você possa cuidar da saúde bucal do seu bebê de forma consciente e sem neuras.
Por mais bem informadas e embasadas que estejamos, por mais que nosso entorno nos proporcione um contexto de tribo e nos permita um aprendizado prévio por observação, por mais que não sejamos mães de primeira viagem. Ainda assim será impossível evitar todos os percalços, quedas, sustos, dores e derrotas do caminho.
Muito do excesso de diagnósticos incorretos de alergia em bebês se deve à falta de conhecimento dos pais e profissionais sobre o comportamento normal do ser humano no início da vida extrauterina, além do mau manejo clínico da amamentação por parte destes últimos. A seguir algumas orientações importantes a partir de situações vivenciadas por muitas famílias nos consultórios médicos.
Primeiro de tudo, vamos relembrar o nome dessa fase “Alimentação Complementar”, ou seja, se nós refletirmos sobre esse título, lembramos que os alimentos vão complementar o leite que o bebê recebia exclusivamente até agora, eles não vão substituir o leite!
Às vezes vale a pena parar para refletir sobre nossas próprias crenças e conceitos sobre o amor.