Leite anterior e leite posterior realmente existem?
Entenda de onde surgiram os termos leite anterior e leite posterior e porque não devemos nos preocupar por isso.
Entenda de onde surgiram os termos leite anterior e leite posterior e porque não devemos nos preocupar por isso.
Essa ideia de que a mulher precisa ter seios fartos que jorrem leite para que a amamentação seja exitosa não tem base científica alguma. São só crenças passadas adiante e que semeiam dúvida no coração das futuras e recém-mães.
Em um mundo onde somos tão pressionadas em relação ao desmame e onde se critica fortemente a associação do peito com o sono infantil, esse diálogo foi um presente e uma lição.
Na pressa de querer pular de fase, corremos o risco de deixar de curtir as recompensas que o momento proporciona. Todas as fases tem um ônus e um bônus.
Para justificar a mudança de paradigma que norteou a substituição de um padrão de amamentação universal por 2 a 3 anos para um padrão em que predominava o aleitamento artificial, foi necessário adotar algumas crenças e mitos.
Pisar nos freios e desacelerar para caminhar ao compasso dos pés de quem não merece ser arrastado pelo ritmo insano da vida adulta é um grande desafio da pa/maternidade.
Não existe tal fenômeno de conversão do leite materno em água. É mentira. O leite materno não se transforma em nada. Sempre é leite materno pelo tempo que durar a amamentação.
Sua vida e a minha talvez fosssem bem distintas do que são. Podemos até nos permitir viver o luto daquilo que poderia ter sido e não foi. Mas que não deixemos de ver o outro lado.
Choro é sinal tardio de fome. Ou seja, que esperar o bebê estar chorando para só então alimentá-lo aumenta o nervosismo, tornando a mamada mais difícil.
Não existe nada mais simples, fácil e indolor do que maternar o filho alheio. Complexo, difícil mesmo e até doloroso é maternar a própria cria.