14 Verdades sobre o sono infantil

Sono infantil. Sono do bebê. Evidências científicas.
Foto: Elisa Elsie – Duas Estúdio

Em tempos de efervescência na oferta de serviços de consultoria de sono para bebês, um pouco de evidências científicas e informações valiosas para que como mães e pais saibamos o que esperar do comportamento dos nossos filhos e possamos fazer escolhas conscientes que levem ao bem-estar de todos, especialmente do bebê, o elo mais frágil.

A seguir um resumo que preparei com base em evidências científicas atuais e informações fidedignas referentes à evolução do sono infantil e ao desenvolvimento normal e esperado do ser humano nos seus primeiros anos.

1. As crianças adquirem o padrão de sono considerado “normal” de forma NATURAL e ESPONTÂNEA, da mesma forma em que começam a andar ou a controlar esfincteres [1].

2. O PADRÃO ADULTO DE SONO é alcançado em torno dos 5-6 anos [1,3]. Antes disso os ciclos de sono são mais curtos, o tempo passado em sono leve maior, com tendência a despertares e necessidade de ajuda ou companhia para retornar ao sono tranquilo[1,9].

3. Dormir a noite toda NÃO é biologicamente normal, especialmente em bebês amamentados. A MELATONINA que é fornecida ao bebê através do leite materno (uma vez que ainda não é capaz de produzi-la por si só) desempenha um papel na melhora do sono e na redução das cólicas [6]. O leite materno noturno contém mais TRIPTOFANO (um aminoácido indutor do sono), e um precursor da serotonina, um hormônio vital para o funcionamento e desenvolvimento do cérebro, que mantém a pessoa de bom humor e ajuda nos ciclos de sono-vigília[5]. Além disso as mamadas noturnas produzem maiores descargas de OCITOCINA e PROLACTINA que favorecem a produção de leite e o prolongamento da amamentação[1].

4. O hábito de forçar BEBÊS a DORMIREM SOZINHOS é relativamente recente (levando em consideração o tempo de existência da humanidade), imposto pela cultura ocidental industrializada devido a diferentes circunstâncias sociais, culturais, morais e econômicas que finalmente se sobrepuseram no final do século XIX, quando começou a aparecer como uma regra de ouro nos manuais dos profissionais de pediatria da época[2].

5. O estudo científico do sono infantil, que começou já avançado o século XX, tomou como referência de normal e saudável o bebê/criança que dormia sozinho e não era amamentado, como era a norma na época, em vez do bebê/criança que dorme acompanhado e tem acesso ao peito de sua mãe para se alimentar e se consolar. Por uma óbvia resistência dos bebês a essa imposição, começaram os PROBLEMAS COMPORTAMENTAIS DO SONO INFANTIL que foram transferidos à categoria de doença com o nome de “insônia infantil devido a hábitos incorretos”. Infelizmente, apesar de todas as evidências produzidas posteriormente em distintos ramos da ciência, muitos profissionais ainda consideram como patologia um comportamento que provou ser o oposto, uma REAÇÃO NATURAL E SAUDÁVEL AO SENTIMENTO DE ABANDONO e perigo causado por um costume estabelecido por meros motivos culturais[2].

6. Numa tentativa de solucionar o “problema” do sono infantil surgiram MÉTODOS DE CONDICIONAMENTO COMPORTAMENTAL com base no deixar chorar ou no choro controlado/assistido. Diante de tal situação de estresse, o cérebro do bebê responde liberando ADRENALINA e CORTISOL. Estes hormônios afetam áreas do cérebro que governam as emoções ao longo de nossas vidas e linguagem. As crianças que não são atendidas choram até que estas áreas colapsem. O corpo para se defender libera uma série de substâncias de caráter opiáceo (endorfinas, serotonina) que causam uma queda no estresse. A frequência de colapsos pode causar níveis anormais de SEROTONINA e isso está relacionado a depressão, violência, baixa auto-estima, ansiedade, síndrome de estresse pós-traumático. Além disso, níveis altos e mantidos de cortisol podem ser tóxicos para o cérebro, chegando inclusive a causar perda neuronal[4]. O sucesso destes métodos em alcançar o comportamento desejado não é gratuito, mas exige um preço alto no que se refere à saúde física, psicológica e emocional das crianças, forçando-as a um comportamento que vai contra seus instintos de sobrevivência primários[2], com base num choque neuro-emocional que funciona melhor quanto menor for a criança, justamente porque ela tem mais medo[4].

7. Os despertares noturnos são vistos por muitos especialistas como FATOR DE PROTEÇÃO para o bebê. Pela necessidade de ser alimentado com frequência, de demonstrar desconforto com algum aspecto do ambiente (frio, calor, etc.), ou desconforto físico (nariz entupido, por exemplo) e receber os cuidados devidos[9]. Notou-se que são mais comuns em bebês que compartilham cama com um dos pais, mas os despertares e a cama compartilhada (quando realizada com segurança) compreendida também como facilitadora da amamentação exclusiva podem proteger a criança da Síndrome de Morte Súbita do Lactente. O período crítico é de até 8 meses de idade (com o pico em 2-3 meses) e os despertares noturnos podem servir como um mecanismo de proteção[5]. Investigações apontam que apenas 10 a 15% dos bebês podem dormir 10 a 12 horas seguidas aos 7 meses de idade[3].

8. O retorno aos despertares noturnos após períodos de sono que duram toda a noite, é inteiramente normal. As MUDANÇAS NO PADRÃO DE SONO são multifatoriais e variam para cada criança. Podem estar relacionadas a um pico de crescimento ou dentição, salto de desenvolvimento e a aquisição de novas habilidades, aparecimento da angústia da separação, etc. E para alguns, podemos nunca saber o motivo real. Mas à medida que as crianças crescem e cada uma desenvolve um ritmo circadiano, elas passam por ciclos de sono – alguns mais convenientes para os pais do que outros. Os pais precisam estar cientes de que essas mudanças são totalmente normais, mesmo que possam ser frustrantes.[5].

9. O LEITE MATERNO, concebido para bebês humanos de estômagos diminutos e que precisam se alimentar em livre demanda de dia e de noite, é fácil e rapidamente digerido. A FÓRMULA, no entanto, é tipicamente feita a partir do leite de outra espécie – vacas – e é mais rica em gordura, ao mesmo tempo que contém uma infinidade de aditivos que tornam mais difícil e, portanto, mais lenta a digestão. Isso pode afetar o sono infantil, resultando em um sono pesado não natural (mais tempo gasto no estágio 3-4), uma fase do sono da qual é mais difícil despertar para finalizar as pausas respiratórias, diminuindo assim a capacidade da criança de manter oxigenação suficiente. Mas segundo estudos sobre o tema: 🔹o uso de fórmulas não fornece necessariamente aos pais mais tempo de sono em geral; 🔹independentemente do tipo de alimentação, muitas crianças acordam regularmente durante a noite; 🔹mães que amamentam podem acordar com mais frequência, mas relatam melhor sono total[5].

10. Uma ampla REVISÃO SISTEMÁTICA sobre diferentes métodos de treinamento de sono, revelou, entre outras, que: 🔸o treinamento nas primeiras 12 semanas resulta em maior duração dos períodos de sono, mas não reduz o choro do bebê, que é a principal preocupação dos pais que procuram o treinamento do sono; 🔸a dissociação entre amamentação e sono em crianças menores de seis meses foi associada a maior fracasso na amamentação;  🔸horários rígidos de sono e outros cuidados nos primeiros meses estão associados a três vezes maior risco de problemas comportamentais aos seis meses e a duas vezes mais choro que os bebês que foram cuidados conforme solicitavam atenção; 🔸o foco das intervenções do sono – ou seja, controlar a quantidade de horas que o bebê dormiu, quanto tempo ficou desperto entre as sonecas, o número de despertares, etc. – na verdade aumenta a ansiedade dos pais, podendo resultar em pior sono para o bebê[7].

11. Cada criança é diferente e as recomendações sobre a QUANTIDADE IDEAL DE HORAS DE SONO por idade podem não se adequar a todas as crianças. Alguns exigirão muito mais e alguns precisarão de menos. Sinais de real privação de sono incluem esfregar os olhos, parecer atordoado e não se concentrar em pessoas ou brinquedos, tornando-se excessivamente ativo tarde da noite, e tendo dificuldade em acordar de manhã. Ao prestar atenção ao seu filho, você será capaz de dizer se ele está dormindo o suficiente, independentemente do número exato de horas que ele dorme. O sono é importante, mas há muitas maneiras de alcançá-lo sem que seja em um único, longo e ininterrupto período[5].

12. No contexto da CAMA COMPARTILHADA as respostas neurológicas irreprimíveis aos cheiros, movimentos e toques maternos reduzem o choro do bebê enquanto regulam positivamente a respiração infantil, a temperatura corporal, a absorção de calorias, os níveis de hormônio do estresse, o estado imunológico e a oxigenação. O adormecer juntos (seja na mesma superfície ou não) facilita as mudanças clínicas positivas, incluindo maior tempo de sono do bebê e parece fazer os bebês mais felizes. Apesar das dramáticas mudanças culturais e tecnológicas  no ocidente industrializado, os bebês humanos ainda nascem como os primatas mais imaturos neurologicamente de todos, com apenas 25% de seu volume cerebral. Isso representa uma característica singularmente humana que só poderia se desenvolver biologicamente (na verdade, só é possível) com o contato e proximidade contínuos da mãe – o corpo materno provou ser o único ambiente ao qual a criança está verdadeiramente adaptada, para o qual até a moderna tecnologia ocidental não foi capaz de produzir um substituto[8].

13. O SONO LEVE, segundo defendem pesquisadores do sono, ajuda o cérebro a se desenvolver. O fluxo sanguíneo para o cérebro quase duplica durante o sono REM. (Esse aumento do fluxo sanguíneo é particularmente evidente na área do cérebro que controla automaticamente a respiração.) O corpo aumenta a produção de certas proteínas nervosas que são os tijolos de construção do cérebro. O estágio ativo do sono é um período de aprendizagem no qual se processam informações adquiridas enquanto se está acordado, armazenando o que é benéfico para o indivíduo e descartando o que não é. É possível que durante esse estágio de crescimento rápido do cérebro (os cérebros dos bebês crescem para quase 70% do volume adulto durante os dois primeiros anos), o cérebro precise continuar funcionando durante o sono para se desenvolver. É interessante notar que os bebês prematuros gastam ainda mais tempo de sono (aproximadamente 90%) no sono REM, talvez para acelerar o crescimento do cérebro. Ou seja, o período da vida em que os humanos dormem mais e o cérebro está se desenvolvendo mais rapidamente é também o momento em que eles têm o sono mais ativo[9].

14. Estatísticas apontam a que aparentemente 3 (ou 4, no caso dos EUA) de cada 10 crianças (Espanha) podem ter alguma dificuldade em adquirir um padrão de sono normal. No entanto, em muitos casos, estas podem ser expectativas pouco realistas por parte da família, em outros está relacionado ao temperamento da criança e em outros com rotinas de sono inadequadas[1].

Por Gabrielle Gimenez @gabicbs

Resumo publicado originalmente na minha conta do Facebook em 23 de maio de 2018.

Referências:

[1] Programa de Saúde Infantil, Conselhos preventivos sobre o sono, Associação Espanhola de Pediatria de Atenção Primária.

[2] Debate Científico sobre a Realidade do Sono Infantil [Resumo], por María Berrozpe Martínez PhD e Gemma Herranz Sánchez-Cosgalla PhD.
http://lacienciadelsuenoinfantil.blogspot.com.ar/p/resumen_8.html?m=1

[3] Bésame mucho, Carlos Gonzalez (excertos).

[4] Dormir sin lágrimas, Rosa Jové (excertos).

[5] Normal Human Infant Sleep, Por Darcia Narvaez PhD e outros autores.
https://www.psychologytoday.com/intl/blog/moral-landscapes/201302/normal-human-infant-sleep-feeding-method-and-development

https://www.psychologytoday.com/intl/blog/moral-landscapes/201302/normal-infant-sleep-part-2-0

https://www.psychologytoday.com/intl/blog/moral-landscapes/201303/normal-infant-sleep-night-nursings-importance

[6] Breastfeeding may improve nocturnal sleep and reduce infantile colic: potential role of breast milk melatonin
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22205210

[7] Proving the Risk of Harm in Early Sleep Training, Por Tracy Cassels, PhD.
http://evolutionaryparenting.com/proving-the-harm-in-early-sleep-training/

[8] Cosleeping and Biological Imperatives: Why Human Babies Do Not and Should Not Sleep Alone, Por James J. McKenna PhD, Edmund P. Joyce C.S.C.
https://neuroanthropology.net/2008/12/21/cosleeping-and-biological-imperatives-why-human-babies-do-not-and-should-not-sleep-alone/

[9] 8 Facts Every Parent Should Know About Infant Sleep
https://www.askdrsears.com/topics/health-concerns/sleep-problems/8-infant-sleep-facts-every-parent-should-know

5 comments

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  1. Priscila

    Olá. Meu nome é Priscila tenho um filho de 5 anos que dormia perfeitamente bem desde que nasceu. Fazia sonecas diurnas lindamente de 3 hs pelo menos é dormia bem a noite. Amamentei até 2 anos e meio e fazia cama compartilhada.
    Tenho 1 bebê de 4 meses que não teve tanto sucesso no início da amamentação. Não tinha boa pega, meu leite foi secando e ele gritava de fome. No hospital já introduziram fórmula é me orientaram de dar a fórmula a noite e o peito de dia. Conclusão ele gritava o dia todo. Tirava sonecas de 20 min e já começava a chorar de fome. Fui pararoubado no banco de leite e consegui voltar amamentar hj estamos de LM exclusivo e LD. Só que as sonecas continuam falhas
    A noite ele continua dormindo bem como era com a fórmula. Mas de dia está uma negação. Faz sonecas Picasso. Acorda após 10 ou 15 minha fica resmungando aí volta dormir, dorme 30 minha acorda novamente e assim vai. Fica irritado, acho que é pq não descansa. Fico com ele na cama o tempo todo vigiando a soneca pq ele quer peito para voltar dormir. E com isso dou pouco atenção ao meu filho mais velho
    O bb tem 4 meses, estávamos de LM exclusivo 2 meses.
    E eu já não sei mais o que fazer para fluir melhor essa soneca.
    Se você com sua expwriencia puder me ajudar, ficarei feliz.
    PS já tentei acupuntura, já tentei reiki e nada de melhorar
    Aguardo resposta
    Obrigada

    Curtido por 1 pessoa

    • gabriellegimenez

      Oi Priscila, vou te responder com base na minha experiência pessoal. Nenhum dos meus 3 filhos teve uma rotina de sono como a do seu filho mais velho. Até pelo menos 1 ano de vida eram sonecas curtas, sem horário muito regrado. Normalmente dormiam no peito e, ou ficavam no colo, ou eu os passava pra algum outro lugar. O que funcionou pra mim bastante foi a rede. Embalados eles até podiam durar um pouco mais ou voltar a dormir depois de um breve despertar. Às vezes só voltavam a dormir depois de mamar mais um pouco. Aos 4 meses e 4 meses e meio os bebês passam tanto por um pico de crescimento quanto por um salto de desenvolvimento, e isso pode afetar bastante o humor, o padrão de sono e frequência das mamadas. Seu bebê parece estar passando justamente por essa fase. Eu não vejo um problema no comportamento dele, até porque você relata que dorme bem à noite. Talvez te assuste o fato do padrão de sono ser bem diferente da sua experiência anterior, mas está dentro da normalidade. Sling é outra boa opção pra bebês que precisam ficar próximos da mãe para dormirem melhor, e te permite liberdade de movimento para fazer outras coisas, mesmo que o bebê esteja dormindo ou mamando. Eu não sei o que é um bebê dormir uma soneca de 3h. Sério mesmo. Apenas meu mais velho dormiu essa quantidade de horas, após 1 ano e depois de ter unificado as sonecas. Também porque ele era de acordar muito cedo, mesmo se tivesse dormido mais tarde. Dormiu soneca religiosamente até os 4 anos. Já os gêmeos abandonaram as sonecas aos 2 anos e meio. Meu mais velho também era de dormir muitas horas seguidas à noite desde o segundo mês de vida. Os gêmeos aos 3 anos ainda apresentam vários despertares noturnos. Cada criança realmente é única, com tempo de amadurecimento e necessidades diferentes. Será que realmente seu filho precisa dormir mais durante o dia? Ou será que a irritação dele tem mais a ver com a fase pela qual está passando, ou será que ele está reagindo à sua ansiedade pra que ele durma mais? Você tem alguém que possa te ajudar mesmo que eventualmente com o bebê para que tenha esse tempo seu com o mais velho? Você inclui o mais velho na rotina do bebê? Deixa ele ser parte dela? São só algumas sugestões para você avaliar. E reforço, rede e sling são vida! Espero que vocês encontrem o ponto de equilíbrio por aí. Um abraço.

      Curtido por 1 pessoa

  2. Janaina Ramos Borges

    Minha tranquilidade, com relação a este tema, consiste em: não cronometrar a duração do período em que o bebê está dormindo; que horas ele dorme ou acorda; e principalmente não criar expectativas… Sempre que dou “boa noite” ao meu marido emendamos sorrindo um “até daqui a pouco”.
    Percebi que criar a expectativa de por quanto tempo o bebê iria dormir ou a que horas ele iria dormir me causavam muita ansiedade e aí que ele não dormia mesmo!
    O simples fato de registrar o tempo que eu durmo, me dava informação para eu constatar que tinha dormido menos que o necessário. Ao mesmo tempo em que parar de registrar, diminuiu essa percepção. Ou seja, durmo o que for possível a cada noite, e quase sempre, não sei de onde, a disposição para o dia brota! E, sem que eu fique com “pena” de mim porque só dormi “x” horas…
    Por aqui, vivemos um primeiro aninho de forma intensa, mas, cientes de que se ele acorda é porque precisa de mim.
    Ultimamente está bem difícil fazê-lo dormir, porque ele já está mais consciente de tudo o que acontece em volta, mas, estamos aperfeiçoando a identificação dos sinais de sono e tentando adaptar a rotina da casa à noite.
    Enfim, a cada fase, seguimos tentando e acolhendo.
    Obrigada por tanta informação e por carregar nossa maternidade e paternidade no colo.
    Janaina e Denis (pais do Saulo)

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    • gabriellegimenez

      Que relato e que percepção e tomada de consciência tão importantes. Realmente fazem toda a diferença na maneira como lidamos com os desafios de cada fase. Um abração pra vocês. Estão fazendo um ótimo trabalho com o Saulo.

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