A separação nos pequenos seres humanos dói tanto quanto uma dor física

Foto: Gerardo Gimenez

A psicóloga Margot Sunderland, do Centro de Saúde Mental Infantil de Londres, explica que “quando uma criança está sofrendo por causa da ausência dos pais, são ativadas as mesmas partes do cérebro de quando ela está sentindo uma dor física. Então a linguagem da perda é idêntica à linguagem da dor. Não faz sentido confortar uma dor física – digamos, de um joelho ralado – mas não sentir que é necessário consolar uma questão emocional como a angústia pela separação”.

Livre demanda e combinados na amamentação

Livre demanda e combinados na amamentação
Foto: Gabrielle Gimenez

A recomendação dos melhores especialistas é de que a amamentação deve atender à demanda do bebê sempre que ele solicitar, sem controlar o tempo de duração das mamadas ou o intervalo entre elas. No início, especialmente no caso de bebês prematuros ou baixo peso, que têm mais tendência à sonolência e episódios de hipoglicemia, faz parte do processo a livre oferta do peito por parte da mãe.

É fácil ser a mãe perfeita

É fácil ser a mãe perfeita
Foto: Gabrielle Gimenez

É fácil ser a mãe perfeita. Quando a rotina flui e cumprimos a agenda. Quando as crianças cooperam e o marido colabora de igual para igual. Quando o orçamento é cômodo e nos permite planejar e terceirizar. Quando o cardápio é pontual e variado e a casa está impecável ao anoitecer. Quando nossa eficiência ressalta todas as nossas virtudes com ela. Quando uma linda foto estampa o resumo do dia nas nossas redes sociais, despertando a admiração e até a inveja dos demais.

Choro é mais que comunicação, é mecanismo de sobrevivência

Choro é mais que comunicação, é mecanismo de sobrevivência
Foto: Elisa Elsie – Duas Estúdio

Choro é comunicação. Esta frase, apesar de super batida, infelizmente ainda é pouco compreendida e bastante negligenciada. E no contexto do início da vida humana o choro é também um importante mecanismo de sobrevivência.

Precisamos falar sobre amamentação

Precisamos falar sobre amamentação
Foto: Elisa Elsie – Duas Estúdio

Por que é tão difícil falar de amamentação nos nossos dias sem causar rebuliço? Por que a divulgação de informação correta e embasada sobre o assunto é tão mal recebida por tantas mulheres? Por que se sentem atacadas ou diminuídas?

A resposta a essas perguntas é bem mais complexa do que parece. Mas é impossível chegar ao fundo da questão sem considerar o papel determinante da indústria na construção do panorama atual, com índices de aleitamento materno exclusivo tão abaixo do recomendado (e isso a nível mundial).