É possível criar filhos sem telas na era digital?

É possível criar filhos sem telas na era digital?
Foto: Gabrielle Gimenez

Este é um relato pessoal da nossa experiência de desintoxicação digital feita em setembro/outubro de 2019 e os aprendizados decorrentes de tudo o que vivenciamos.

Fui mãe pela primeira vez sem ter muita informação sobre quase tudo o que é realmente importante saber sobre desenvolvimento infantil. Eu sempre usei telas com o Nando, meu filho mais velho, porque eu cuidava dele sozinha, porque eu pensava que era uma boa maneira de entretê-lo (ele parecia tão concentrado e satisfeito enquanto assistia os vídeos!) e que ele precisava disso, e, principalmente, eu achava que era algo inócuo.

Por que os bebês não devem ser expostos às telas?

Foto: Gabrielle Gimenez

Vários anos atrás, um médico pediatra e pesquisador tirou licença paternidade. Enquanto passava grande parte do dia com seu filho de três meses no colo, percebeu o enorme interesse do garoto pela TV. Em sua palestra no TEDx, Dimitri Christakis[1] relata essa experiência como reveladora para suas investigações subsequentes. Ele se tornou uma das principais referências na tentativa de entender qual é o impacto das novas tecnologias no cérebro de bebês e crianças pequenas.

Qual a melhor maneira de cuidar dos dentinhos do bebê?

Qual a melhor maneira de cuidar dos dentinhos do bebê?
Foto: Amanda Oliveira

Desde o ano de 2008 a Associação Brasileira de Odontopediatria iniciou a recomendação de usar pasta com flúor na concentração A PARTIR de 1.000 ppm quando aponta o primeiro dentinho de leite. E esta mudança foi necessária porque houve um incremento na prevalência de lesões de cárie nas crianças brasileiras, especialmente nos bebês (até 03 anos de idade).

Como sair ilesa da maternidade?

Como sair ilesa da maternidade?
Foto: Elisa Elsie – Duas Estúdio

Não existe uma maneira de chegar e sair ilesa da maternidade. Por mais bem informadas e embasadas que estejamos, por mais que nosso entorno nos proporcione um contexto de tribo e nos permita um aprendizado prévio por observação, por mais que não sejamos mães de primeira viagem. Ainda assim será impossível evitar todos os percalços, quedas, sustos, dores e derrotas do caminho.

Diagnósticos incorretos de alergia em bebês

Diagnósticos errados de alergia em bebês
Foto: Elisa Elsie – Duas Estúdio

Muito do excesso de diagnósticos incorretos de alergia em bebês se deve à falta de conhecimento dos pais e profissionais sobre o comportamento normal do ser humano no início da vida extrauterina, além do mau manejo clínico da amamentação por parte destes últimos. A seguir algumas orientações importantes da nutricionista Carol Sartori a partir de situações vivenciadas por muitas famílias nos consultórios médicos.

Introdução alimentar : o que você precisa saber

Foto: Fabíola Frezza Andriola

Vai chegando perto de oferecer o primeiro pedaço de alimento para o nosso filho e o coração começa a bater mais forte! É natural ficarmos “ansiosos” com esse momento. Afinal de contas, estava tudo tão “organizado”.

Amamentar pode ter uma série de desafios no início, mas quando ‘engrena” nossa, fica tão simples. Pensando ainda na questão da livre demanda, não
nos preocupamos com horários, com quantidade e nem mesmo de oferecer, pois estamos atentas aos sinais do bebê e a coisa flui.

Aí, quando começamos a elaborar que a partir de um momento será necessário começar uma nova etapa, de apresentar o “mundo dos alimentos” para aquele bebê, é normal que a gente não saiba por onde começar!

Vou tentar ajudar vocês.

Álcool e Amamentação

Álcool e Amamentação
Foto: Júlia Costa

Há mais de 1 ano publiquei o texto abaixo, a respeito do consumo de álcool por lactantes (mulheres que amamentam), na minha página do Facebook. Tirei do ar recentemente porque não estava mais disposta a ficar lendo os absurdos que muitos (homens, principalmente) deixavam nos comentários.

Escrevi com base, principalmente, num texto (clique pra ler) do aclamado pediatra Carlos Gonzalez. Homem. Famoso. E levei pedrada mesmo assim.
Recentemente saiu um artigo de revisão (clique pra ler) a respeito do assunto que, mesmo confirmando a (mínima) presença de álcool no leite materno, concluiu que não há efeitos sobre o lactente (bebê), salvo em casos de uso abusivo frequente , corroborando o que Gonzalez já havia dito em seu texto.